Eu Sou

Eusou-600x600A expressão “Eu Sou” tem sido assunto de várias áreas do conhecimento humano. Teólogos, filósofos, psicólogos, antropólogos, sociólogos, etc, buscaram e buscam as mais variadas formas de apresentar explicações sobre o EU enquanto ser, portanto, o Eu Sou. Sobretudo, como o Eu é formado, e o que define o sujeito como indivíduo. Assim, há de se considerar uma gama de contextos que falam sobre o que leva o sujeito a afirmar o seu jeito de ser, o seu “eu sou”. Não será o meu caso! Vou falar de um “Eu Sou” auto-afirmado em Si Mesmo e por Si Mesmo:

O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele” (Colossenses 1:15-17).

O indivíduo, enquanto sujeito autônomo, só pode ser e afirmar-se como tal, na medida em que pode identificar-se a si mesmo como Sendo; ou: a ser. O que, nesta perspectiva, tem o seu substrato, na articulação psicológica, antes de tudo, no fato do sujeito ter que conhecer-se a si mesmo na sua hominização. A hominização é, por assim dizer, o reconhecimento de ser um ser inacabado, ou seja, sendo; um ser a ser: no tempo ainda não concluído. O homem é sempre um ser inacabado. O Eu Sou, em Cristo, expressa-se como expressão exata do ser de Deus. Eis aí o mistério na sua plenitude: Eu Sou o que Sou.

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